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terça-feira, 2 de setembro de 2008

FAÇA DO SEU TRABALHO UMA FONTE DE SATISFAÇÃO






Que tal falarmos sobre essas coisas que deveriam fazer parte de nossas vidas e às vezes, talvez por puro comodismo elas acabam passando desapercebidas:


GARRA, DETERMINAÇÃO E FORÇA DE VONTADE.

GARRA: Qual a importância que isto tem na sua vida, qual o tipo de pessoa que você é: aquele que diz “eu faço a minha parte” e se dá por satisfeito, ou aquele que pergunta: “eu posso fazer mais?” e consegue alcançar a prosperidade. Podemos trabalhar ao lado dos demais e apenas funcionar, ou podemos trabalhar com os demais e então crescer!
São perguntas que a gente deve estar sempre questionando, pois ter garra nos dias de hoje é mais do que necessário!!

DETERMINAÇÃO: Sendo determinados, podemos ter uma atitude de ganhador ou de perdedor, em nossa vida familiar, profissional, afetiva, social, enfim, na vida como um todo. Aqui estão algumas atitudes e posturas que revelam de qual lado do time podemos nos encontrar, dos perdedores ou dos ganhadores:

• Quando comete um erro, o Ganhador diz: “Estou errado, enganei-me”.
O Perdedor diz: “Não foi minha culpa”...

• Um vencedor é sempre parte da resposta, um perdedor é sempre parte do problema.

• Um vencedor diz: “Deixe-me ajudá-lo”...
Um perdedor diz: Não é minha obrigação”.
• Um vencedor diz: “Pode ser difícil, mas é possível”...
Um perdedor diz: “Pode ser possível, mas é difícil”.

• Um vencedor não vence pessoas, vence obstáculos e desafios!

FORÇA DE VONTADE: Alguns de nós acordam cedo, ainda quando o sol não despontou, outros dormem durante o dia para trabalharem à noite e ainda tem aqueles que pouco dormem, apenas descansando o necessário para a próxima etapa. Buscamos um trabalho por diversas razões e motivos individuais, mas com certeza para a grande maioria é a fonte de sobrevivência. Na verdade o nosso trabalho pode ser muito mais do que uma fonte de sobrevivência. Temos a oportunidade de contribuir para a criação de algo e quando nos damos conta que o que fazemos servirá a alguém é como se fôssemos muito importante em todo o processo de criação.

E sem dúvidas, somos!

Você pode acordar cedo ou dormir pouco apenas para sobreviver, ou então fazer de seu trabalho uma fonte de satisfação, reconhecendo o quanto tem de importante aquilo que você faz para alguém.
Aquilo que fazemos, que produzimos ou que criamos é o resultado do que somos!!

Esta matéria vem no intuito de reavivarmos e buscarmos sentimentos que às vezes esquecidos nos impede de chegarmos ao máximo de nós mesmos.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

A BENÇÃO E A ALEGRIA DE SER RH

Existe um país chamado RH. Nele "mora" um povo especial: legisladores, educadores, técnicos, gente que cuida do pessoal. Gente que recruta, seleciona e contrata, também paga, desconta e aposenta. Povo que cuida da saúde, do alimento, providencia o transporte, cuida de quem bebe, de quem fuma, de quem tem problemas e pendências. Povo que treina, desenvolve e recicla, que briga pelo salário e pelo benefício, conversa com o sindicato e com a direção. Fiel da balança entre o Capital e o Trabalho. Cuida de um, pensando no outro. Gente que apesar de tanta função, prática e burocrática, sonha e procura conectar a alma das pessoas, "reinventar" a motivação, resgatar o brilho no olhar, gente que acredita no ser humano e garimpam talentos. Seu grande desafio é fazer o concreto e sonhar com o abstrato, receber na chegada e desligar na saída, satisfazer o empregado e o patrão, "um olho na missa e o outro no padre", tempo para educar e tempo para punir. Plural e Singular. A sina do RH é atuar na contradição, "ser empregado esquecendo que o é, ser patrão lembrando que não o é. Chamam este País e seu povo de Recursos Humanos, alguns dizem que chamar o homem de "recurso" não pega bem, inventaram Departamento de Gente, Setor de Pessoas, Gestão de Pessoas, nomenclaturas onde o que conta são as posturas. Polêmicas e contradições à parte, eu sei que para ser RH é preciso vocação, 'trabalhar como missão, exercer o oficio com sensibilidade e razão. Ter nervos de aço, ser a régua e o compasso.

Victoriano Garrido Filho (Diretor de Educação Corporativa da ABRH-BA)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

A última pedra

Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam à vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.

Gosto de uma música que Frank Sinatra costumava cantar, My way. O curioso é que só fui prestar atenção na letra dessa canção quando escrevia este texto. Ela diz mais ou menos assim: "Se eu acertei ou se errei, fiz isso da minha maneira".


Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens.

Acertei bastante, mas também errei bastante. Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também. É impossível acertar sempre. Mas o importante é que não gastemos nosso tempo nem nossa energia nos torturando. A autocrítica pelo que não deu certo, além de ser nociva para a saúde, faz que a gente perca os passarinhos que a vida nos oferece no presente.

Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou por que eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás. Respondi que me arrependia do que tinha feito, mas expliquei que, naquele momento, minha atitude me parecia lógica. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente.

Por isso é que lhe digo: não se torture por algo que não deu certo no passado.
Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.
Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.
Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.
Não importa o que você fez, não se torture.
Apenas perceba o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.
E, principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.

Há uma história de que gosto muito: um pescador chegou à praia de madrugada para o trabalho e encontrou um saquinho cheio de pedras. Ainda no escuro começou a jogar as pedras no mar. Enquanto fazia isso, o dia foi clareando até que, ao se preparar para jogar a última pedra, percebeu que era preciosa!


Ficou arrependido e comentou o incidente com um amigo que lhe disse:
- Realmente, seria melhor se você prestasse mais atenção no que faz, mas ainda bem que sobrou a última pedra!

Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram, mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros. Se você está agindo assim, deixo-lhe uma mensagem especial: não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos. Reconheça o erro que cometeu, peça desculpas e continue sua vida.

Você ainda tem muitas pedras preciosas no coração: muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Ser feliz ou ter razão

Oito da noite numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado parajantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem a certeza de que é à direita.
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixaque ele decida.
Ele vira à direita e percebe que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto fazo retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos maistarde.
Mas ele ainda quer saber:
- Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado,deveria insistir um pouco mais.
E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamosestragado a noite.

MORAL DA HISTÓRIA:
Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestrasobre simplicidade no mundo do trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão,Independentemente de tê-la ou não.

Desde que ouvi esta história, me pergunto quando deparo com uma situação desta: "Quero ser feliz ou ter razão?"
Pensem nisso!!

E outro pensamento parecido diz o seguinte (melhor ainda):
"Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."